Em Curitiba, Alestorm lota John Bull em “Edição Pirata” do festival Odin’s Krieger

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Última atualização: 18 de dezembro de 2017

Em Curitiba, Alestorm lota John Bull em "Edição Pirata" do festival Odin's Krieger

Texto por: Anna Bárbara Tuttoilmondo

Revisão e imagens: Willian Jhonnes

Quatro anos após sua estreia no Brasil ao lado do Korpiklaani e Eluveitie, o Alestorm retornou às terras tupiniquins para a nova edição do Odin Krieger’s Fest – Edição Pirata. A nova turnê do grupo escocês de power metal faz parte da divulgação do novo álbum No Grave But The Sea, lançado pela Napalm Records.

Como é de praxe, as cidades escolhidas para receber o festival foram São Paulo, Porto Alegre e Curitiba, sendo que essa última foi a primeira cidade da turnê, a qual iniciou no dia 01 desse mês, no John Bull Pub. O evento ainda contou com as bandas Captain Cornelius e Confraria da Costa.

Diversão e pirataria

Em Curitiba, Alestorm lota John Bull em "Edição Pirata" do festival Odin's Krieger

Captain Cornelius

Iniciando as atividades da noite, os catarinenses do Captain Cornelius subiram ao palco pontualmente às 20h. Vindos de Rio do Sul, Santa Catarina, o grupo formado por Douglas (vocal, banjo e bandolim), Fabrício (flautas), Julio (contra-baixo), Diogo (guitarra), Thomas (bateria e churrasqueira) e Camila (teclado) tem nas bandas Flogging Molly, Dropkick Murphys, The Magones e The Rumjacks suas influências. Tocando alguns covers das bandas citadas, o grupo animou o público presente, que não poupou nos pulos e danças regadas à cerveja e hidromel.

O pique, é claro, aumentou quando foi a vez dos curitibanos do Confraria da Costa se apresentar. A banda, muito popular na capital paranaense, é formada por Ivan Halfon (vocal, violão, banjo, flauta), Luiz Pantaleoni (baixo elétrico, contrabaixo, vocal de apoio), Abdul Osiecki (bateria), Richard Lemberg (violino), Anderson Lima (guitarra), Jhonatan Carvalho (sax e trompete) e André Nigro (percussão).

Em Curitiba, Alestorm lota John Bull em "Edição Pirata" do festival Odin's Krieger

Confraria da Costa

Conhecidos pelo show animado, a banda teve a segunda apresentação mais longa da noite, perdendo apenas para a banda principal. Na setlist, cantada religiosamente pelo público, não poderiam faltar os já considerados clássicos da banda, como Rússia Reversa, Preparar…Apontar…Fogo, Cantos dos Piratas, e, claro, Canções de Assassinato.

Seguindo o cronograma, enfim era a vez dos escoceses do Alestorm entrar em cena. Por conta de problemas técnicos, a banda acabou atrasando, subindo ao palco às 23h30, trinta minutos após o horário divulgado. Com algumas mudanças na em sua formação, o quinteto atualmente é composto por Christopher Bowes (vocal e keytar), Gareth Murdock (baixo), Peter Alcorn (bateria), Elliot Vernon (teclado), Máté Bodor (guitarra).

Com letras ácidas e divertidas com histórias de piratas, o Alestorm já coleciona uma farta discografia, tendo lançado 5 álbuns desde sua estréia, em 2004. Visivelmente animados, o grupo abriu o show com Keelhauled, do álbum Black Sails at Midnight, de 2009.

Em Curitiba, Alestorm lota John Bull em "Edição Pirata" do festival Odin's Krieger

Chuva de cerveja no Alestorm

O show de aproximadamente 1h30min trouxe os principais sucessos da  banda, como Mexico, No Grave but the Sea, Captain Morgan’s Revenge, Shipwrecked, Drink (cujo refrão – “We are here to drink your beer and steal your rum at a point of a gun” – é impossível de não se cantar junto), além de um curioso cover de Hangover, do cantor Taio Cruz. Com um total de 17 músicas em seu repertório, o grupo encerrou a noite com Wenches & Mead e Fucked With an Anchor, essa última cantada à plenos pulmões pela platéia.

Apesar dos problemas de som e a casa apertada para um evento desse tamanho, a Edição Pirata do Odin’s Krieger foi uma boa surpresa sem sair muito da proposta do evento, que ainda contou com os stands de venda de acessórios e roupas do estilo viking e pirata, além do tradicional hidromel.